Notícias quentinhas, direto da agência Fire.

É brincadeira. A gente não faz trocadilhos infames assim.

21 novembro 2011 1 Comentário

Preparar, apontar, Fire!

Poderia ser uma dinâmica de grupo para mostrar a importância do trabalho em equipe. Ou para aprender a superar os próprios limites. Ou quem sabe para fazer trocadilhos com o meio publicitário, tentando acertar o target e medir os impactos. Mas o que levou a gente ao paintball nesse domingo foi mesmo a pura vontade de se divertir às custas dos hematomas alheios. Assim, direto na cabeça e sem frescura.

Confira o vídeo feito pelo nosso cinegrafista e guerrilheiro Alexandre Miranda.

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31 outubro 2011 0 Comentário

Como a gente vai, não importa. Mas volta sempre repleto de satisfação

Quem acompanha a história da Fire, sabe que a gente tem uma forma toda especial de cuidar de cada cliente.  Envolvimento e parceria são coisas que fazem parte do nosso DNA, e não apenas palavras de um discurso vazio. Não sabemos fazer nada mais ou menos, se for pra fazer por fazer, a gente prefere deixar pra lá. Mesmo.

Somos clientes dos nossos clientes. Temos Fiat da Podium, almoçamos no Sushimar, jantamos no Aleixo, e assim por diante. Conhecemos nossos clientes a fundo.  Isso facilita muito nosso trabalho, pois, como consumidores, conseguimos perceber os benefícios de cada um deles e transmitir essa experiência para o público em geral. É muito mais fácil “vender” aquilo que se acredita. E você pode ter certeza: acreditamos em cada coisa que falamos. A gente não se sentiria bem se fosse de outra forma.

Dia desses, para gravar o novo filme da Podium, a gente colocou na rua a mais recente aquisição de um membro da Fire: o cinquecento novo do Bruno (aqui cabe uma pausa: TODOS os sócios da Fire são proprietários de um Fiat).

E foi uma festa. Tendo a praia de Camburi como cenário, foi um barato achar uma bicicleta antiga para dar um charme à produção, ver um skatista figuraça e a nossa mídia, a Dani, andando de patins.

E assim, mais uma ideia está nas ruas gerando negócios para o cliente, aumentando as vendas e o recall para a marca. Gerar negócio. Essa é quase uma obsessão pra gente. Buscar formas de perceber e, mais que isso, atender a uma demanda que, muitas vezes, os clientes ainda nem tinham percebido.

Esse é o barato de nossa profissão. Esse é nosso trabalho. E quer saber? Somos completamente loucos pelo que fazemos.

 

26 outubro 2011 0 Comentário

Voltando a ser calouro, com experiência de veterano

Cada conta que a gente ganha é como passar de novo no vestibular: um mundo de possibilidades se abre. Surgem novas ideias, desafios e oportunidades. A gente aprende um monte de coisa e no final até o objetivo parece ser o mesmo: ralamos muito para que a marca que gerimos garanta um lugar no mercado.

É com essa disposição que a gente coloca nas ruas a campanha de vestibular do Unesc, nosso mais novo cliente. O Centro Universitário do Espírito Santo, Unesc, tem campi em Colatina e na Serra, uma história de 45 anos e excelência de ensino comprovada em mais de 20 cursos. Agora, vai ter também toda a nossa dedicação, para conquistar resultados ainda melhores.

A campanha utiliza elementos visuais ligados às carreiras disponíveis na faculdade para formar balões de pensamento, mostrando que todo estudante já sonha com uma carreira de sucesso. Foram criados anúncios, outdoor, filme para TV e spots para rádio, além de diversas peças de comunicação visual.

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5 outubro 2011 1 Comentário

O que bem se come, bem se lê

Começou no dia 29 de setembro e vai até 12 de outubro a 5ª Bienal Capixaba do Livro, no Shopping Norte-Sul. O evento contará com a presença de alguns escritores nacionais, espaço para escritores capixabas, palestras variadas durante todo o dia e muita programação para crianças. Além disso, é uma excelente oportunidade de adquirir volumes com descontos muito bons.

Tenho acumulado nos últimos meses um grande número de aquisições não lidas. Minha fome nessa área é sempre maior que minha capacidade digestiva. Mesmo assim fui atrás de algum achado casual, e acabei encontrando um cara parecido comigo: uma ratazana chamada Firmin, de Sam Savage. O livro chamou minha atenção pelo formato inusitado: tem uma faca especial nas bordas, como se obra tivesse sido roída. A contracapa resume a história:

Nascido no porão de uma livraria na Boston dos anos 1960, Firmin aprende a ler devorando as páginas de um livro. Mas, um rato culto é um rato solitário. Marginalizado por sua família, busca a amizade de seu herói, o livreiro, e de um escritor fracassado. À medida que Firmin aperfeiçoa uma fome insaciável pelos livros, sua emoção e seus medos se tornam humanos. Original, brilhante e cheio de alegorias, Firmin esbanja humor e tristeza, encanto e saudade de um mundo que entende o poder redentor da literatura, um mundo que se desvanece deixando para trás um rato com uma alma criativa, uma amizade excepcional e uma livraria bagunçada.


Além do corte especial, a obra também veio em uma caixinha de muito bom gosto, e foi dela que tirei o título aparentemente bizarro do post. Tudo isso pela pechincha de R$9,90. Vale dizer que o livro normal, sem frescura nenhuma, está com valor de capa de R$37,60. Caso você queira levar o seu para casa, o livro está no estande da Editora Leya, apesar de ter sido publicado pela Planeta.

A 5ª Bienal Capixaba do Livro vai até a próxima quarta-feira, não deixe de fazer uma visitinha! Apesar da feira ainda estar distante de eventos do gênero em outros estados, quem é apaixonado por livros certamente não sairá desapontado. Há opções para todos os tipos de paladares, e quem sabe até para abrir seu apetite para coisas novas.

Em tempo: Além do Firmin, arrematei outra obra muito boa pelo mesmo preço: Palavra Cruzada – O Jogo da Entrevista, de Julio Maria. Esse foi no estande da Logos. Trata-se de uma coletânea de 50 ótimas entrevistas com personalidades brasileiras, um acervo de interesse cultural e jornalístico, uma vez que fazer perguntas é uma arte que não é pra qualquer pessoa.

Marcus Vinícius “Passarinho” Paiva

26 setembro 2011 0 Comentário

Boas-vindas ao Calvin e ao Haroldo

Certa vez escrevi um artigo intitulado “o prazer de possuir”, no qual defendia que a pirataria jamais poderia fazer frente às obras originais, caso os consumidores tivessem a oportunidade de ver e sentir seu valor. Eu dizia que os livros são muito mais do que amontoados de palavras, que podem facilmente ser duplicadas. Eles carregam valores sentimentais e simbólicos impossíveis de copiar, e cada exemplar que conseguimos adquirir é como se materializássemos um pedacinho de nós mesmos para colocar na estante.

Hoje, relembro essas breves reflexões simplesmente para falar de dois amigos literários de longa data, que finalmente tenho o prazer de tê-los junto a mim: o Calvin e o Aroldo. Em nossos encontros, vou achando diversos daqueles pedacinhos perdidos no passado: a peraltice de minha infância e as brincadeiras de inventar coisas. A criança hiperativa com cabelo de cuia, que desmontava os brinquedos ao invés de brincar com eles, fingia que era cientista e vivia enfiado em um livro qualquer.

As tirinhas do Calvin e Haroldo nos trazem uma inocência doce, um humor puro e uma profundidade rara. É uma leitura leve, atemporal e cativante, capaz de levar embora um pouco da seriedade que vamos acumulando ao longo dos anos. Quem não os conhece bem, pode fazer uma visita sem compromisso clicando aqui. Aposto que assim como eu, você também vai querer ter os dois ao seu lado, quando puder. Afinal, é onde os amigos devem estar. Eles serão uma ótima companhia por muitas e muitas horas. Depois, esperarão impacientemente na estante, para fazer amizade com seus filhos e netos. Daquele jeito inquieto que só a infância e os bichos de pelúcia podem ser.

Marcus Vinícius “Passarinho”