11 janeiro 2012 0 Comentário

No dia em que a Fire for grande, vou lutar para ela continuar sendo a menor.

Ser grande tem uma série de vantagens, é claro. Mas ser pequeno tem seu  charme e nem por isso deixa de ser sinal de competência também. Maradona, Romário e Messi que o digam. Todos nanicos. Mas na Fire o objetivo é ser menor em prepotência e ego, menor em complicação, menor em burocracia, em regras desnecessárias, padrões confusos e formatos pré-definidos e enlatados…  a gente quer ser simples e direto ao ponto. Claro no foco e direto nas ações. Estratégico nos processos e planejado nos prazos. SEM FRESCURA: a gente é pequeno mas pensa grande. Num mercado infestado de pseudo-gênios, jargões de puro marketingogó, MBAs mirabolantes, novidades e técnicas novas que todos os dias surgem como a reinvenção da roda, tecnologias ultra sofisticadas, a gente pega o atalho mais sensível: focamos no ser humano. Nas pessoas, nos sentimentos, nos valores da família, na absoluta ausência de preconceitos e principalmente, em escutar mais e falar menos.

Dentro da Fire é apertado pra cacete. Enfim, se alguém soltar um pum, todos sentem. Se você não viu uma analogia profissional aí nesse comentário, procure melhor. Na prática, todos são apenas um aqui dentro. Não tem essa de sobressair sem levar o grupo inteiro consigo. O mesmo vale para os nossos aliados clientes: o que fazemos de melhor para um, tem que ser feito para todos. Se estiver conosco ele vai ter o melhor sempre. Pequeno ou grande, tamanho nunca foi documento. Grande mesmo na Fire é esse tesão.

Ramon Rodrigues |  176 cm de altura.

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