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31 outubro 2011 0 Comentários

Como a gente vai, não importa. Mas volta sempre repleto de satisfação

Quem acompanha a história da Fire, sabe que a gente tem uma forma toda especial de cuidar de cada cliente.  Envolvimento e parceria são coisas que fazem parte do nosso DNA, e não apenas palavras de um discurso vazio. Não sabemos fazer nada mais ou menos, se for pra fazer por fazer, a gente prefere deixar pra lá. Mesmo.

Somos clientes dos nossos clientes. Temos Fiat da Podium, almoçamos no Sushimar, jantamos no Aleixo, e assim por diante. Conhecemos nossos clientes a fundo.  Isso facilita muito nosso trabalho, pois, como consumidores, conseguimos perceber os benefícios de cada um deles e transmitir essa experiência para o público em geral. É muito mais fácil “vender” aquilo que se acredita. E você pode ter certeza: acreditamos em cada coisa que falamos. A gente não se sentiria bem se fosse de outra forma.

Dia desses, para gravar o novo filme da Podium, a gente colocou na rua a mais recente aquisição de um membro da Fire: o cinquecento novo do Bruno (aqui cabe uma pausa: TODOS os sócios da Fire são proprietários de um Fiat).

E foi uma festa. Tendo a praia de Camburi como cenário, foi um barato achar uma bicicleta antiga para dar um charme à produção, ver um skatista figuraça e a nossa mídia, a Dani, andando de patins.

E assim, mais uma ideia está nas ruas gerando negócios para o cliente, aumentando as vendas e o recall para a marca. Gerar negócio. Essa é quase uma obsessão pra gente. Buscar formas de perceber e, mais que isso, atender a uma demanda que, muitas vezes, os clientes ainda nem tinham percebido.

Esse é o barato de nossa profissão. Esse é nosso trabalho. E quer saber? Somos completamente loucos pelo que fazemos.

 

19 agosto 2011 1 Comentário

Campanhas com alma e coração

Diz a sabedoria popular que propaganda é a alma do negócio. Se é assim, podemos dizer, com certeza, que o conceito é a alma da propaganda. É o que dá a ela uma identidade única, resultado da feliz combinação de um profundo conhecimento sobre o negócio do cliente, sobre o público-alvo, e sobre o que se deseja dizer.

Esse é o caso da nova campanha do Gazeta Online, que comemora os seus 15 anos.

Além de matérias nacionais e internacionais, o portal também oferece ao visitante a melhor cobertura regional. E mostrando os fatos que mais influenciam o dia-a-dia do capixaba, o Gazeta Online pode estar muito mais presente em seu cotidiano. Seu conteúdo é o que vemos nas ruas, no trabalho, nos momentos de lazer.

Foi com esse pensamento que surgiu o conceito “o olhar do seu dia a dia”. As peças fundem janelas de computador com janelas reais, em diversos contextos, mostrando a proximidade do portal com o seu público. Além disso, elas procuram retratar uma sociedade cada vez mais conectada, onde o “real” e o “virtual” já são inseparáveis, graças às novas tecnologias da informação.

Mas de nada adianta ter alma se não tiver coração. É ele que faz as coisas acontecerem, aprova as campanhas, tira recursos de onde não havia. No nosso caso, isso significa, por exemplo, conhecer de perto praticamente todas as janelas da vizinhança, mesmo correndo o risco de sermos tomados por criminosos. Isso sem contar os parentes aliciados, os objetos emprestados, a obsessão pelos detalhes, etc.

Confira agora nossa mais nova criação, com direito a filme da Smoke Films (no braço cinematográfico), viagem ao interior do estado e pezinho da Bebel (nosso atendimento).

 

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16 agosto 2011 0 Comentários

Na Fire, quem está na chuva é pra se queimar

Aqui na agência temos uma máxima: a gente se envolve de verdade com os clientes. Desde quando chega o JOB até o momento de ver o “filho na rua”. A gente batalha por uma ideia legal, uma sacada bacana, uma proposta que faça nossos clientes se diferenciarem. E nesse trajeto, tem sempre os percalços que rendem boas histórias. Para a AssoHonda, as Concessionárias Honda do Espírito Santo, conta que temos o maior orgulho em atender, pois trata-se de uma marca que admiramos bastante, a Honda, e, inclusive, usamos (este redator que vos escreve é um dos milhares de motociclistas brasileiros que usam uma Honda como meio de transporte), foi um barato ir para o meio da Mata da Praia gravar a cena inicial do filme. Câmera pronta, luz bacana, tudo acertado. A gente só se esqueceu de combinar com São Pedro. E tome chuva. Correria geral para desmontar acampamento, proteger os equipamentos e deixar para uma próxima vez. Paciência. Gravar externa tem dessas coisas. Quando já estávamos no meio do caminho de volta para a agência, não é que o sol resolver dar o ar da graça! Bora voltar, galera?! É pra já. Aqui, a gente não é de desistir no meio do caminho. O resultado? Você vê no filme abaixo.

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24 fevereiro 2010 3 Comentários

De mídia a cineasta em seis minutos

Eu tenho um certo tesão por cinema. Não sou expert no assunto e se quisesse não teria conhecimento para fazer uma crítica honesta de Lagoa Azul. Preguiça, eu assumo. Eu tenho uma tremenda preguiça de ver filmes clássicos ou aqueles que todo mundo diz que eu deveria assistir, mas acho que isso não impede em nada o meu interesse pelo assunto. Afinal de contas eu vejo o que eu quiser (risos).

Eu tenho um ímã que prende minha atenção a coisas bizarras, consideradas repugnantes, anormais, que causam inquietação, nojo, agonia. Portanto, considero mais fácil e atrativo assistir um show do Marilyn Manson do que ver o Kings of Leon (calma! Eu não tenho nada contra o KOL. Adoro a banda).  Morri de tédio quando fui com uma ex-namorada assistir Ps. Eu Te Amo e me vinguei fazendo-a assistir Planeta Terror. Me agradam mil vezes mais quatro ou cinco, boas cenas de sangue e atrocidades a duas horas do melhor filme de romance. Enfim, já deu pra perceber o lado obscuro da coisa, né?

No final de 2008 eu tinha um projeto de graduação pra entregar. Um filme na cabeça e uns quatro ou cinco malucos também empolgados em trazer a ideia à tona. União perfeita: eles tinham a experiência e eu tinha a vontade.  Além de mídia da Fire, eu escrevia contos no blog http://www.ideiasmiseraveis.blogspot.com , e foi do conto bizarro e sanguinário “Apenas um carro quebrado a distância” que adaptamos o nosso roteiro. Depois disso veio a pré-produção (arrumar um carro batido foi mais difícil que gravar o filme, potz!), storyboard, escolha de elenco, escolha da locação e um ímpar de coisas necessárias pra se fazer um filme.

Tornar o imaginário “realidade” foi uma das coisas mais absurdas e empolgantes que já aconteceram na minha vida. Melhor que heroína, speedball, LSD e chá de fita de vídeo juntos. De mídia a cineasta, de cineasta a coadjuvante. Depois da grotesca maquiagem feita pelo nosso querido Aragão FX (do terror capixaba Mangue Negro) eu vivi um personagem que até tempos atrás só dava as caras na minha imaginação, e ainda pude estar ao lado da minha protagonista e ver tudo que eu imaginava criando forma. Irado demais! Experiência única e extremamente prazerosa que vocês podem conferir aqui.

Teo Netto

Mídia da Fire

4 janeiro 2010 2 Comentários

Da boca para a tela do povo

A equipe da Fire anda fazendo fumaça e ralando em dobro. Não é por acaso que a agência foi a mais premiada pelo júri do voto popular do prêmio colibri 2009 e já deu o que falar. Agora você vai conhecer uma parte do time que põe a mão no fogo na Produtora Smoke Films, empresa irmã da Fire Marketing e Comunicação.

O vídeo, já disponível no YouTube, contou com o trabalho e atuação de corpo e alma de todos da Fire e foi produzido pela Smoke, a produtora da agência que é responsável também pelos vídeos escolhidos no prêmio. E como a equipe da criação da Fire é a mesma que executa os projetos da Smoke, as cenas e todos os detalhes ficaram exatamente como foram concebidas no início do trabalho. Nesse job também não foi diferente e o pessoal ralou bastante: foi um mês de pré-produção, 2 dias de captação na Bauhaus, 4 dias de finalização e finalmente o resultado, que você vê agora.

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