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22 setembro 2011 0 Comentários

O mundo com bons olhos e boas ideias.

Não é novidade pra ninguém que aqui na Fire a gente se envolve mesmo em todos os trabalhos. A gente busca soluções para os clientes antes de qualquer coisa. Busca a melhor forma de atingir os objetivos. Isso é o que move a galera aqui.

Mas quando a gente consegue alcançar os resultados e ainda colocar arte na rua, ficamos muito felizes. De verdade.

É o caso da Campanha Primavera Verão da Sonótica. A Fire criou uma campanha repleta de ilustrações de um artista que compartilha conosco o seu talento, o Radael. A delicadeza das formas, as cores vibrantes… Tudo tão lindo, tão perfeito. E dentro do Briefing.

A primavera é uma estação basicamente visual. É o período em que a natureza se renova e dá seu show. As flores desabrocham, as cores estão mais vivas, enfim, percebe-se vida e beleza por todos os lados.

A gente confessa que fica até mais poético com um JOB desses. Mas para todos aqui, poesia de verdade é a marca do cliente bem posicionada. É a loja do cliente cheia. É o cliente do nosso cliente satisfeito.

E felizmente, com muito trabalho e dedicação, a Fire tem conseguido isso.

Emerson Tononi.

1 agosto 2011 2 Comentários

A embalagem e o presente

Fiz aniversário um dia desses e, felizmente, ganhei presentes deliciosos. Flores, livros e chocolates. Que mais uma pessoa precisa para ser feliz? Um dos presentes é ainda mais delicioso se a gente olhar pelo lado da embalagem. Uma lata linda, com ilustrações divertidas e dentro, uma porção de mini tabletes de chocolates.

E cada um dos chocolates tem uma ilustração e uma frase diferente. Para fazer o merchan corretamente neste post, a lata é da Cacau Show que, na minha opinião, fez o que toda empresa deveria fazer pelo seu produto: investiu em design.

Para saber mais sobre a estratégia da Cacau Show, clique.

Elisa Quadros

22 fevereiro 2010 2 Comentários

O assunto é história em quadrinhos. Só que as piores.

Qual o pior personagem de histórias em quadrinhos de todos os tempos? Uma pergunta simples, mas que gerou controvérsia na Fire. A partir dela que, há alguns dias, iniciamos uma discussão acalorada por aqui citando nomes dos mais variados e obscuros personagens toscos já publicados. E como essa lista foi extensa. Tantos nomes, mas tantos nomes, que tivemos que limitá-la, determinando que os personagens levantados deveriam ter um mínimo de relevância possível para o público.

Nomes como Cable, que é para mim o mais tosco de todos os tempos foi testado. Foi um personagem criado por Rob Liefeld, o que com certeza já o colocaria em qualquer lista de piores personagens de todos os tempos. Ele é um mutante do futuro meio máquina, meio homem, carregando sempre um arsenal de armas, o que me faz lembrar, claro, do Exterminador do Futuro. Ele tinha como poder a incrível habilidade de fazer um dos olhos brilhar, mas depois apresentou poderes de telecinese. É que na verdade ele era filho do Ciclope (aquele dos X-Men) com uma mulher que era muito parecida com a Jean Grey (que mais tarde descobriu-se que era um clone dela) e por aí vai. Isso sem falar do fato dele ter sido infectado por um vírus tecnorgânico (?), o que explicaria o fato dele ser meio máquina. Tosco e confuso, né?

Tem também a maioria dos personagens da Image Comics, editora criada por grandes desenhistas da década de 90, vindos principalmente da Marvel, que desenhavam bem (tirando o Rob Liefeld, claro) e escreviam muito mal. Eram cenas de ação desenhadas de forma fantástica e exagerada,  mas sem conteúdo algum.

Além disso tem o Ben Reilly, o Aranha Escarlate (ou Homem Aranha clone), que é tão ruim, tão ruim que eu teria que escrever um livro para explica-lo. E mesmo assim, poucos entenderiam.

Enfim, muitos outros apareceram e poderiam ter aparecido nessa nossa discussão que misturou uma análise séria e lembranças engraçadas.  Mas eu sempre argumento que, tirando algumas exceções, todo personagem pode ser muito interessante quando desenvolvido por uma equipe talentosa.

O Lanterna Verde, por exemplo, sempre figura nessas listas aqui da agência. Isso por conta do seu anel e da sua capacidade de criar objetos sólidos com ele. A habilidade de criar uma mão gigante para pegar um vilão realmente é um tanto estranha. Isso sem falar de enormes luvas de boxe para destruir naves inimigas.

No entanto, considerando a história do personagem, temos algumas revistas bem legais. A fase escrita por Dennys O`Neil e desenhada por Neal Adams (o mesmo que praticamente definiu visualmente o Batman como conhecemos hoje), mostra o  Lanterna ao lado do Arqueiro Verde viajando pelos Estados Unidos e é considerada um marco dos quadrinhos. Nela, vários temas nunca explorados, tais como a política e o uso de drogas foram levantados e questionados. Uma das capas, por exemplo, onde um dos personagens era flagrado injetando heroína, foi a primeira a romper a censura que oprimia a indústria na década de 70.

Atualmente o Lantera Verde vive histórias que fazem muito sucesso nos Estados Unidos, muitas vezes batendo a Marvel (geralmente líder de mercado por lá) em vendas. O tom mais adulto, além da mistura de ficção científica, drama de guerra e histórias de super-heróis parece funcionar muito bem e atrai cada vez mais o público,  provando que, quando bem desenvolvido, o personagem normalmente mais tosco pode ser sim, interessante.

P.S.: Juro que não fiz esse texto por causa da camisa com o símbolo do Lanterna Verde que eu comprei em São Paulo.

(Essa versão do Lanterna Verde ficou bem interessante. Mandou bem , Vlad. Valeu)

Radael Junior
Designer da Fire

8 fevereiro 2010 2 Comentários

Desenho sem compromisso

Voltei a desenhar depois de muitos anos. Muitos mesmo. Tudo por causa do meu novo caderninho de desenho. Desenho sem compromisso, pra mim mesmo, como eu não fazia desde a adolescência.

E esse caderninho vem se tornando minha companhia obrigatória, sendo levado comigo pra todo lado. Até já virou um hábito tirar ele do bolso (do bolso porque é bem pequeno mesmo) e desenhar de tudo, e em todo lugar.

Com uma simples caneta uni pin e depois um pouco de tinta vou criando imagens malucas, algumas tiradas do próprio cenário, outras de algo que acontece comigo ou à minha volta. Acaba sendo a minha visão do mundo. E vou ficando cada vez mais viciado em mostrar essa visão e de colocá-la no papel. Um vício muito bom. E viva meu caderninho.

Radael Junior
Designer da FIRE

27 março 2008 3 Comentários

Reunião de 24/03/08

indio_blog

Ilustração feita durante a reunião. Eu juro que prestei atenção em tudo enquanto fazia o desenho.

Radael Júnior