Fire 5 anos. E daí?
A Fire não começou há 5 anos. Se fôssemos tornar relevante essa informação diríamos inclusive que “oficialmente” a Fire tem 5 anos. Mas na prática ela completaria 6 anos em Novembro. Porém, na essência a Fire já existia nos sócios há mais de 10 anos quando, em vários momentos, percebíamos tudo o que não gostaríamos de ver nas agências onde estávamos antes. Éramos obrigados a desenvolver projetos apenas pelo bem das agências que nos empregavam, criávamos pra resolver rápido o que precisava ser planejado, víamos clientes serem enganados com propostas sem fundamento e principalmente, sofríamos com um tratamento industrial para um negócio que se propõe ser intelectual. E a Fire não é absolutamente nada disso. Nosso compromisso é com a preservação dos nossos valores. Que valores? Verdade para o cliente sempre. Verdade para o colaborador, para o veículo, para o fornecedor, para o mercado sempre. O papo de cliente sempre ter razão não cola na Fire. A gente diz os fatos para o cara sempre. Se a fachada dele é feia, se o produto do concorrente é melhor, se o serviço de sua empresa é incompetente, ele vai saber disso sempre. Educadamente, mas ele vai saber sempre. E só depois de corrigir esses contratempos é que a gente entra com nossos projetos de marketing e comunicação. Resumindo: a fire se envolve completamente na operação, nos processos estratégicos e no funcionamento da empresa para que, desde o core-business ao pós-venda, de dentro pra fora a Fire possa construir oportunidades de ação práticas. Sem frescura. Sempre.
Não acreditamos que a propaganda é alma de negócio nenhum. Acreditamos sim é que bons produtos e bons serviços serão muito mais vendidos se realmente forem bons de verdade. Ou seja, se um produto não vende sem comunicação, não é por causa dela que ele vai começar a vender. Não que isso seja uma regra, mas se a Fire puder corrigir os equívocos dos produtos e serviços de seus clientes bem na raiz, quando as ações de marketing e comunicação entrarem em prática as chances de termos resultados melhores serão muito maiores. E é por isso que a Fire não é Fire “propaganda”, mas sim, Fire Marketing e comunicação. Em que o plano de negócios, as análises de potencialidades e fraquezas, as estratégias de posicionamento, o branding e outras diversas ferramentas de marketing vêm muito antes do briefing para “aquela mega campanha na mídia”. A Fire não engana o cliente com propaganda. Ela fideliza seus clientes com projetos cronogramados, assertivamente planejados para ter um começo, meio e fim. Muito além do conceito publicitário tradicional.
Mas esses conceitos já ressaltados não representam o valor maior que lidera a Fire. Nosso orgulho é sabermos que somos uma empresa de administração totalmente horizontal. Sem “dono” dando ordens, sem “chefes” ditando regras e sem “egos” querendo se projetar. Quem manda na Fire é o bom-senso de um grupo preparado tecnicamente, com bastante vivência profissional e mais importante ainda, unido pelo ideal do bem-estar. É isso mesmo. Você leu certo. A gente quer ter prazer no que faz. E muito. E pra ter esse tipo de satisfação a gente investe na valorização de toda a equipe. Não apenas pagando os mais altos salários do mercado capixaba, mas garantindo a todos o direito de ter voz. Sem ninguém ser mais do que ninguém. Para que assim reine a premissa de que “pessoas felizes trabalham melhor, produzem mais e são infinitamente melhores de lidar”. E isso não vale só para os colaboradores da Fire, mas para os aliados clientes, fornecedores, veículos e instituições relacionadas. Mas que voz é essa? A Fire investe largamente no aperfeiçoamento profissional de sua equipe. Hoje contamos com acadêmicos, doutorando e mestrando, que se encontram ativamente inseridos em várias instituições internacionais relacionadas a marketing, comunicação e design. E se nós acreditamos que dentro da Fire, todos que estão conosco são bons no que fazem e buscam melhorar incessantemente em suas funções, fica bem mais fácil escutar o que cada um tem a opinar. Mesmo que isso custe recomeçar um projeto totalmente do zero. E quando isso é necessário, é feito. Sem frescura. Porque o nosso chefe bom-senso assim nos ensinou.
Ramon Rodrigues







