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22 junho 2011 1 Comentário

Para abrir o apetite e a cabeça

Nesta quarta-feira, véspera de feriado, a equipe da Fire reuniu-se no restaurante Aleixo para discutir temas de vital importância estratégica para o futuro da agência: os mais novos lançamentos em jogos para xbox, os hábitos etílicos de nossa colega da mídia, fofocas do cinema e da política, curiosidades, as grandes celeumas da filosofia. Afinal, uma empresa de publicidade se alimenta das coisas do dia a dia, e quando juntamos pessoas com formações tão diferentes, o cardápio é sempre muito rico.

Em ocasiões como esta, fica claro que a presença mútua é a maior satisfação da equipe, e a gente quase não liga para o prazer de degustar deliciosos pratos em um dos melhores restaurantes da cidade. Mas também é preciso que se reconheça os méritos de nosso cliente: mais do que elogios, o Aleixo merece a sua visita.

Em primeiro lugar, lá o atendimento é excelente. E por mais que a Fire tenha ótimos atendimentos, acredite, eles nunca vão conseguir fazer um salmão com alcaparras como aquele. Além disso, o Aleixo consegue ser sofisticado e ao mesmo tempo leve, tem renomada carta de vinhos, um monte de prêmios no currículo e coisas que você só descobre indo lá. Mas é claro que nada disso se compara com a satisfação de ficar sabendo, em um bate-papo informal, que o He-Man foi criado para ser o desenho do Conan, o bárbaro. Isso não tem preço.

Marcus Vinícius “Passarinho”

 

23 junho 2008 2 Comentários

Alles Blau na mídia

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E não é que a nossa confraria de cervejeiros ficou famosa? Saiu na revista.AG com foto e tudo. Tudo bem que Val foi a protagonista da matéria e nós, os homens, apenas meros figurantes, mas até que deu pra tirar onda. Léo com cara de apresentador do Shoptime, Vlad com cara de Raul Gazolla, Cláudio igual um sábio chinês, Marcelo de olhos fechados e Val… bem, a Val com cara dela mesma. E Radael? Ué, escolheram uma foto sem ele! As degustações continuam e nosso objetivo agora é sair no Fantástico! :P

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10 abril 2008 0 Comentários

Certificamente Geladas

A Revista Vip deu algumas dicas de como gelar a cerveja com mais eficiência e em menos tempo. Então todo mundo anotando, afinal amanhã é dia de degustação. É só clicar para aumentar a imagem.

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11 março 2008 5 Comentários

Pilsen

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E lá fomos nós para a terceira degustação de cerveja da Fire. Presentes mais uma vez para esse imenso sacrifício pós-trabalho, estávamos eu, Marcelo, Cláudio, Léo e Vlad.

A bola da vez foram as Pilsen. Alguns integrantes deram leves bufadas em protesto, botando pouca fé nas clarinhas. Mas superamos preconceitos e traumas e fomos lá. Marcelo, Cláudio e Vlad ficaram responsáveis pelas compras. Voltaram com alguns exemplares de cervejas e nosso primeiro investimento: um isopor com gelo. Investimento de alta liquidez. Hein, hein, sacou?

A espera é longa, mas às 19h tudo é compensado. Os pepinos de última hora, o calor desumano, as guerras injustas que assolam o mundo. Com copos nas mãos e muita esperança e alegria de viver no coração, começamos com Baden Baden Pilsen Cristal, de Campos do Jordão. Mas não sem antes brindar. A cor bem clarinha já denunciva a leveza, que foi constatada no primeiro gole e reafirmada até o último. Sentimos um leve adocicado, nada comum para as Pilsen que conhecemos.

Em seguida, veio a König Pilsenen. Cerveja alemã dona do rótulo mais bacana da noite. Como sou eu quem está escrevendo, vou dar minha opinião antes de dividir a da galera. Enferrujada. Lambida em guidão velho. Ou, como sabiamente disse Marcelo: gostinho de quando se engole xampu no banho. Apesar do sabor de ferro velho, é leve, mais dourada que a anterior e, óbvio, amarga. Cai melhor com uma picanhazinha, como observou Léo.

Partimos para a alemã Paulaner Original Münchner Hell. A primeira fungada já deixou todo mundo na expectativa. Era bem perfumada. De cara observamos que ela ficava ali na meiuca entre a Baden e a König: nem tão amarga, nem tão leve. O sabor também era levemente doce. Ganhou muitos pontos quando notamos que ao esquentar, o sabor permanecia e até se acentuava.

Copos vazios, lá fomos para a Eisebahn Pilsen. De colaração turva, e isso nada tem a ver com o fato de que já estávamos no quarto copo, tinha um cheiro caramelizado. A espuma era cremosa. Tem aquele jeitão de uma cerveja aprimorada, mas bem mais fácil para seres mortais degustarem. Apesar disso tudo, foi considerada levemente enjoativa pelo Vlad. Imagino que isso signifique: não dá pra entornar a noite toda.

Para fechar a noite, a alemã Warsteiner Premium Verium. Facinha de beber e equilibrada. Começa amarga, mas termina mais adocicada. Lembraram da Teresópolis.
Encerrando os trabalhos, partimos para a votação da noite. Vitória disparada da Paulaner.

Para comemorar o sucesso de mais uma degustação, prolongamos a noite apreciando mais alguns exemplares da Warsteiner. Assim, pudemos constatar mais uma característica dessa beleza de cerveja: dá ressaca.

Val

27 fevereiro 2008 5 Comentários

Fire Bierfest

pilsen+003Sexta passada rolou a primeira degustação de cervejas da Fire. A confraria (como diz Vlad) experimentou cinco variedades da cerveja Eisenbahn, de Blumenau, incluindo uns tipos bem excêntricos como a Rauchbier, que tem alguma coisa de defumado no sabor, e a Pale Ale, que tem um ligeiro toque de café. Durante o “evento”, houve ainda uma palestra do mestre cervejeiro Claudio Rubinger, que explicou o processo de produção de cada uma das cervas, trazendo ainda mais cultura e conhecimento pra essa cambada de bebedores baratos. A degustação foi uma primeira experiência e muito mais ainda está por vir. Todo mundo saiu muito satisfeito e feliz, não se sabe se por contentamento ou influência alcoólica, e ninguém lembrava mais nada de cerveja nenhuma pra escrever os resultados no final. Essa semana tem degustação da Baden Baden, de Campos de Jordão, São Paulo. Vamos só ver no que vai dar.

Marcelo Merçon